Algo Aqui Qualquer

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Mensagem por Queen em Qua Maio 23, 2018 10:32 pm

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Re: Algo Aqui Qualquer

Mensagem por Queen em Qua Maio 30, 2018 4:49 pm

Josephine

Seus olhos avelãs se abriram no ano de 1988, para Annelise Habsburg, uma cientista especializada em genética e John Herrstedt Andrieux, um renomado empresário, na cidade de Cannes, no hospital principal da cidade. E o casal ficou completamente apaixonado pela a pequena criança, que passou a ser seu tesouro. O nome, Josephine veio de sua avó  materna, que portava de mesmo nome . Annelise amava sua mãe e a ver morrer foi o pior fato de sua vida. E a  única coisa que lembrava a avó na pequena menina, eram seus lábios avermelhados. Todo o amor que os familiares da pequena tinham, ela recebeu. E ela poderia se tornar... Grandiosa, e seus pais não esperavam nada além disso para ela.

Grandiosidade.

Josephine era muito mimada por seus pais, durante sua infância. Recebia tudo o que pedia, mas não dava problemas. Era apesar de mimada, extremamente inteligente e desde cedo sua mãe lhe ensinava o senso de certo e errado, o que fez que a criança ainda mimada, não desse problema e ela fazia coisas cautelosas, além de não pedir nada extravagante. A única coisa extravagante que ela pediu, foi uma casa gigante de bonecas para seu pai, e que ganhou no Natal. O resto, ela ainda fazia pedidos de criança normais, como bonecas, animais de estimação. Porém, Annelise fazia a filha aprender piano, balé, e vários idiomas, como alemão, inglês,  italiano, latim, o que viria a ser útil em seu futuro, alemão e russo, além de artes marciais, como Tae-kwon-do e caratê, além de jiu-jitsu com vários mestres chineses e japoneses, que também a ensinava a manusear armas brancas, ganhando no fim uma katana que batizou de Shurayuki.

A criminalidade na família  Andrieux

Desde que se entende por gente, a menina sempre soube dos reais empregos da família.  Ela não era tola. Sempre soube que assumiria o posto de seu pai, com sua morte. Sendo uma das familias criminais mais influentes na Europa, os Andrieux eram famosos. Mas claro, para quem não tinha ligação com o crime, sua fachada nada mais era que uma indústria de armas e tecnologias, a Épine Industries. Além das várias aulas de armas e lutas, desde que nasceu, praticamente, foi ensinada a como manusear armas, resistir torturas e como não passar informações,  passando falsas. Aos 13 anos da menina, ela já trabalhava como assassina na família, mas para outros, ela nada mais era que uma jovem de sorriso doce e fala mansa.

Seus poderes

Com treinamentos para a herdeira a todo pano, aos 7 anos, na escola, a menina sofria bullying de seus colegas que a chamavam de esquisita, tapada. Ela poderia contar ao pai,  que os mataria de imediato, afinal, não aceitava ninguém magoamdo sua princesinha, mas depois ela levaria uma bronca por não lidar com seus próprios problemas da mãe.  Escondeu-se no banheiro do colégio  depois de sair da aula de francês chorando. Os colegas a seguiram e continuaram a zombar dela. Com raiva, ela soltou um grito tão alto, que logo ela viu todos seus colegas flutuarem a uma grande altura, ao teto do banheiro e ao soltar outro grito, logo caíram no chão, morrendo devido a altura da queda. Quando seus pais descobriram, John ficou orgulhoso de sua menina, a mãe não. Já sabia dos poderes da criança. Com a ajuda dos pais, ninguém nunca soube como os jovens morreram. E ao ver os corpos quando saiu, Josie sorriu sádica. Era seu primeiro assassinato. Mesmo que não intencional. E ainda com a ajuda dos pais, continuou a aprimorar seus poderes, até ajudando seu pai com eles, no seu império criminal.

Crescendo

De acordo com seu crescimento,  seu treinamento se tornou mais intenso. Se tornou mais participativa nas atividades da família,  tendo seus 21 anos, formada em Engenharia Robótica, ela administrava a empresa de tecnologia da  família. A morena já sabia que seu casamento seria para beneficiar sua família. Assumiu um noivado com um homem alemão,  que era o responsável por uma empresa de indústrias também, mas que a jovem se apaixonou ao ver o lado cruel, maligno do futuro marido. Era o que faltava. Um ano depois,  tinha engravidado de seu pequeno Nathaniel. Seu pai ficou orgulhoso. Um neto para assumir depois de sua preciosa Josephine. Mas a felicidade durou pouco.

As tragédias

Durante o casamento da jovem, a mulher viu depois do "Aceito", toda sua família ser morta. Sua mãe,  seu pai, os tios e primos e o que a descolou mais. Seu filho tinha desaparecido. A fúria da francesa foi tanta que seus poderes novamente se descontrolaram, fez com que todos os outros convidados agonizassem em dor, logo todos morreram. Poucos dias depois a tragédia do casamento, a jovem recebeu uma caixa com a cabeça de seu pequeno Nathaniel. Josephine agora só tinha ao marido. E por mais que amasse a França, ela não conseguia mais ficar lá. Transferiu todas as suas posses e títulos para a cidade de Nova York, onde foi morar com o marido.

Seu Recomeço e Psylocke

Nos anos em que vivia nos Estados Unidos, fez sua empresa crescer mais ainda, ainda administrava o vasto Império do crime de sua família. Mas agora, ela nao se importava com nada, não ligava para quem machucasse, ou quem matasse. Ela buscava sua vingança por quem tinha acabado com sua família. E para isso assumiu o codinome de Psylocke, e continuou seu caminho de massacres e mortes. Seu marido a ajudava, mas também a controlava, pois ela tinha perdido qualquer resquício de humanidade que tinha. A pouca bondade, gentileza, carinho real, era usada apenas com o esposo. O resto, ela era fria, eseu coração era de gelo, ela gostava do caos. Era sua natureza.
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Re: Algo Aqui Qualquer

Mensagem por Queen em Dom Jun 03, 2018 9:07 pm

Just Tell me what

you want




Enquanto Anna ouvia ouvia homem e o desejo do mesmo em seu assento, o estudava. Revirou seus olhos tentando espantar seus pensamentos. Annalia era pensativa. Até demais para seu próprio bem. Coçou seu queixo, completamente pensativa ainda. Ela logo riu assim que ouviu o pedido. — É impossível co que me pede. Não há como saber quem curará e quem morrerá.  Assim como a magia de sangue, a cura é incerta.  Eu não posso te dizer como seus pacientes irão morrer. E mesmo que pudesse, não diria. A morte é parte do ciclo natural da vida. E a atrasar, é um erro. E não me agrada. Nunca gostei de curandeiros. Curar feridas passa. Mas impedir a morte, com a cura é muito mais difícil do que parece. Porque você  nunca sabe o que causará. — Discursou, o observando ainda. Seus fios escuros, logo ajeitou e analisava ainda a figura masculina. — Nem mesmo a Magia de Sangue dá cura sem algo em troca. Fique, e observe como a magia de sangue lida com a cura. E fique calado, eu não quero ouvir um pio seu. Se falar algo, eu arranco seu saco e dou para seu cavalo. Não vai interferir e se sair de meu lado, te bato. — Ela era mais baixa que o homem, mas em compensação,  era mais poderosa.

Logo, um novo cliente surgiu, e fez um gesto para que o moreno se colocasse a seu lado, enfiando uma adaga na mão do mesmo, o olhando como se fosse o matar se não a obedecesse. Então, sorriu serena ao novo cliente. — Boa tarde. Minha esposa... Caliope, está morrendo. Por favor ajude-me. Eu faço o que quiser. — Era aquilo que ela adorava. Os outros implorando. Sem pensar duas vezes, a mulher fez um fino corte sobre o pulso do homem, colocando o sobre uma vasilha, onde deixou um pouco de sangue cair. E deu-lhe um pano para ajudar a estancar a ferida. A morena então se concentrou em entoar um canto em seu idioma nativo, enquanto seus dedos tamborilavam o sangue,  desenhando diversos símbolos  de cura, sobre a face do homem e sobre a ferida. Ela continuou entoando o cântico, logo, indo mais alto, então, respirou profundamente limpando seus dedos e o olhou. — Está feito, mas esteja avisado, a magia de sangue sempre cobra um preço por curas. Os seus mais preciosos bens serão trocados pela a vida de sua esposa. Espero que aceite os riscos, você veio me procurar. Lembre-se. — Avisou em um tom sombrio, enquanto encarava o cliente. — Eu entendo os riscos. Quanto lhe devo? — Questionou, direto. — Dois dragões e 15 estrelas de cobre. — Sorriu, serena. Assim que o homem efetuou seu pagamento e se foi, Anna olhou o moreno que estava a seu lado. Fez um sinal de a seguir, enquanto ela limpava os utensílios.




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Re: Algo Aqui Qualquer

Mensagem por Queen em Seg Jun 11, 2018 1:51 am


And she came like a storm that she is


Josephine ouviu cada uma das novas palavras de Niklaus, com uma expressão de tédio, logo rindo com um certo sadismo. Inocência dela? Quem ele pensava que era para lhe dizer algo daquilo? Revirou seus olhos entediada, com seu melhor sorriso falso. — Eu sou inocente? Olha como eu estou pouco me fodendo para isso, Niklaus. Se fosse eu quem tivesse sido ameaçada você sumiria sem me avisar pelo o tempo que precisasse para matar o estupiso então largue de ser um hipócrita. Porque você faria pior. — Sorriu ácida, para seu marido. Então suspirou mais calma, por uns segundos. — E eu não ligo se você pode matar todo mundo dessa empresa, sem nem eu perceber.  Você é meu marido, porra. Eu vou tentar proteger e cuidar de você como eu puder. E não me interessa se você sabe se virar. Porque disso eu sei. Mas eu não vou deixar de cuidar do meu marido. Nunca. — E após mais gritos, ela usando do francês riu novamente com seu sadismo.

Ele estava curioso? Por que? Não importava mais. O homem estava morto. — Não importa. Ele morreu. E eu não questionei. Só torturei e matei. Só ouvi mesmo que era um neto de um de seus "afiliados" nazistas e nada mais. Eu não parei para ouvir. Sabe como me deixo levar por essas coisas. — Deu de ombros, enquanto ouvia mais palavras de seu esposo, falando de seu casamento. Ela riu entediada, revirando os olhos. Mas aquilo a afetou. Por ouvir que ele tinha se preocupado. Respirou mais calma, se aproximando do maior sorrindo serena e o beijou, com carinho, acariciando seu rosto. — Não se preocupe comigo, Niklaus. Eu posso sumir uma semana, um mês, o que for, mas eu sempre volto. Pra você. E eu sei bem que somos casados, esse anel com esse belíssimo rubi que colocou em meu dedo em Viena nunca me deixa esquecer disso. — Afastou o rosto do esposo, não sem o beijar novamente. Ela amava o cheiro da colônia do esposo. — Além do mais, meu celular ficou sem bateria e não tive como carregar, a não ser quando eu chegasse e eu não usei meus poderes em você, porque não gosta de quando eu faço e fico com dor de cabeça. — Explicou, massageando levemente a mão dele que segurava

Ver o homem desabotoando seu terno, a fez morder o lábio Inferior sorrindo interessada. Ela sabia o que ele pretendia. Seu sorriso cheio de desejo deixava explícito. Ela quase tanto ele, queria. E riu baixo, ouvindo o marido, ignorando sobre deixar a conversa do assunto que falavam para depois. Porém o sotaque germânico do amado em evidência, a desarmou. Aquele era seu maior ponto fraco. — Desculpe não ter deixado que você me fodesse de manhã. Acredite, normalmente eu não perco isso por nada no mundo. E sabe que só peço para agendarem minhas reuniões para depois das 10 da manhã, para dar tempo para fazermos ao menos umas duas vezes. Mas as sete da manhã foi o único horário disponível, amor. Eu não tive controle disso. Desculpe. — Deixou um sorriso dócil para ele. Ela observou o marido vir atrás de si e começou a beijar seu pescoço, enquanto ela contactava a secretária e a do marido. — Não deixem ninguém subir para a minha sala ou a do meu marido. — Determinou e após ouvir um "Sim senhora Andrieux" desligou. Então riu ao ser colocada sobre a mesa do marido, beijando o pescoço do mesmo, dando uma mordida ali, e retribuiu o beijo dele, tirando o terno do mesmo e desabotoando a própria camisa. — Escapar não faz parte dos meus planos. — Sussurrou sobre o ouvido do esposo, antes de voltar a beijar o mesmo.

wearing + with Her husband + at Épine Industries + cool stuff
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Re: Algo Aqui Qualquer

Mensagem por Queen em Ter Jun 12, 2018 10:21 am

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Re: Algo Aqui Qualquer

Mensagem por Queen em Qua Jun 13, 2018 2:27 pm

I'm sexy and I know it
Frederico W. Hohenzollern
22
13/03/2478
Freduarda
rei
Alemanha
Nick Bateman
Personalidade: Continua a mesma de sempre, só quero começar uma nova trama e a Aureola mandou eu fazer isso aqui. :eita:

História: Foi estranho a forma que fora acordado naquele dia: batidas rápidas, fortes e impacientes na porta de madeira, rompendo com o fio de calma e tranquilidade que estava em seu quarto naquela manhã. O garoto levantou-se ainda sonolento, o cabelo desgrenhado e o corpo com marcas de quem havia dormido mais que a cama. Ao abrir a porta, a figura do guarda uniformizado com as cores da Alemanha se fez presente e a risada sem humor saiu no mesmo instante: seu pai nunca conseguiria montar os planos de ataque sem sua ajuda? Já estava pronto para virar-se e ir pegar roupas para encontrar o rei quando a notícia saiu da boca do sujeito pouco conhecido ainda no corredor: “Alteza, tenho uma notícia desagradável para lhe comunicar.” Pausa para o corpo magro, porém com músculos definido, se virar, aguardando a continuação da fala. Percebeu a forma em que o homem hesitava, fazendo um vinco entre suas sobrancelhas surgir. “Ontem tivemos uma pequena invasão na região Sul do castelo, alguns rebeldes conseguiram invadir a construção.” Um som de desaprovação saiu dos lábios entreabertos, indicando insatisfação. “Seu pai fazia um de seus passeios noturnos exatamente naquela região e foi atacado pelas costas.” A sentença saiu sem nenhum tipo de sentimento. Naquele momento, amaldiçoou a frieza de seu povo.  A sensação de que ia vomitar lhe atingiu; os olhos se encheram de lágrimas. “O enterro será em algumas horas e sua mãe o aguarda.” A porta se fechou em um baque forte no mesmo instante que o garoto sentiu a cabeça rodar.

Quatro anos haviam se passado desde o dia em que fora obrigado a sair do Instituto às pressas. Quatro anos em que as decisões do que acontecia ou não em seu país era tomadas única e exclusivamente por ele. Quatro anos não parecia nada demais para uma pessoa “normal”, mas não para ele. Agora, aos 22, Frederico estava sentado na cadeira de mogno lustrada, a espera dos novos chefes de Sabe-se Lá-Onde para fechar o acordo em que promoveria mais um grande feito pelo Estado Alemão. Quem olhasse para o jovem homem, perceberia de cara o quanto o pequeno espaço de tempo o atingira. Não pelo lado negativo, pois o mesmo nunca estivera tão bem – principalmente no físico. Os traços juvenis haviam desaparecido e o corpo crescera absurdamente, dando a impressão que era mais velho do que realmente era. Coçou a barba. – Olha, eu não tenho o dia todo. Diga a esse Habbu-Sei lá como fala, que dou mais um minuto para estar aqui. Se ele não estiver interessado em fazer a parceria, existem trocentos países interessados. Alemanha tem um bom nome quando o assunto é material bélico e você sabe que ele não terá outra oportunidade. É agora ou nunca.  – Finalizou a chamada sem dar a chance de resposta do outro lado da linha, levantando-se da cadeira e indo pegar o copo de uísque que estava a sua espera. Agora ele entendia o motivo de seu pai beber tanto: ser rei não era uma tarefa fácil. Ler, apontar erros, mostrar que havia cláusulas sem nexo no documento feito pela encarregada de contratos, montar estratégias, ouvir o povo, cuidar de sua mãe e irmãos, assinar novas leis, fechar acordos com potências e ainda cuidar de problemas pessoais. Afrouxou um pouco a gravata, reclamando em um tom baixo. Aquilo parecia uma coleira e estava na cara que ele não era um cachorro. Tomou um gole da bebida amarga e apertou a têmpora esquerda, sentindo que uma dor de cabeça estava se aproximando.  Ele sabia que poderia enlouquecer a qualquer momento, mas não se daria esse luxo; afinal, ele era o rei agora.

THANKS TO LOUIS AT ATF!


I'm sexy and I know it
Frederico W. Hohenzollern
22
13/03/2478
Freduarda
rei
Alemanha
Nick Bateman
Personalidade: Continua a mesma de sempre, só quero começar uma nova trama e a Aureola mandou eu fazer isso aqui. :eita:

História: Foi estranho a forma que fora acordado naquele dia: batidas rápidas, fortes e impacientes na porta de madeira, rompendo com o fio de calma e tranquilidade que estava em seu quarto naquela manhã. O garoto levantou-se ainda sonolento, o cabelo desgrenhado e o corpo com marcas de quem havia dormido mais que a cama. Ao abrir a porta, a figura do guarda uniformizado com as cores da Alemanha se fez presente e a risada sem humor saiu no mesmo instante: seu pai nunca conseguiria montar os planos de ataque sem sua ajuda? Já estava pronto para virar-se e ir pegar roupas para encontrar o rei quando a notícia saiu da boca do sujeito pouco conhecido ainda no corredor: “Alteza, tenho uma notícia desagradável para lhe comunicar.” Pausa para o corpo magro, porém com músculos definido, se virar, aguardando a continuação da fala. Percebeu a forma em que o homem hesitava, fazendo um vinco entre suas sobrancelhas surgir. “Ontem tivemos uma pequena invasão na região Sul do castelo, alguns rebeldes conseguiram invadir a construção.” Um som de desaprovação saiu dos lábios entreabertos, indicando insatisfação. “Seu pai fazia um de seus passeios noturnos exatamente naquela região e foi atacado pelas costas.” A sentença saiu sem nenhum tipo de sentimento. Naquele momento, amaldiçoou a frieza de seu povo.  A sensação de que ia vomitar lhe atingiu; os olhos se encheram de lágrimas. “O enterro será em algumas horas e sua mãe o aguarda.” A porta se fechou em um baque forte no mesmo instante que o garoto sentiu a cabeça rodar.

Quatro anos haviam se passado desde o dia em que fora obrigado a sair do Instituto às pressas. Quatro anos em que as decisões do que acontecia ou não em seu país era tomadas única e exclusivamente por ele. Quatro anos não parecia nada demais para uma pessoa “normal”, mas não para ele. Agora, aos 22, Frederico estava sentado na cadeira de mogno lustrada, a espera dos novos chefes de Sabe-se Lá-Onde para fechar o acordo em que promoveria mais um grande feito pelo Estado Alemão. Quem olhasse para o jovem homem, perceberia de cara o quanto o pequeno espaço de tempo o atingira. Não pelo lado negativo, pois o mesmo nunca estivera tão bem – principalmente no físico. Os traços juvenis haviam desaparecido e o corpo crescera absurdamente, dando a impressão que era mais velho do que realmente era. Coçou a barba. – Olha, eu não tenho o dia todo. Diga a esse Habbu-Sei lá como fala, que dou mais um minuto para estar aqui. Se ele não estiver interessado em fazer a parceria, existem trocentos países interessados. Alemanha tem um bom nome quando o assunto é material bélico e você sabe que ele não terá outra oportunidade. É agora ou nunca.  – Finalizou a chamada sem dar a chance de resposta do outro lado da linha, levantando-se da cadeira e indo pegar o copo de uísque que estava a sua espera. Agora ele entendia o motivo de seu pai beber tanto: ser rei não era uma tarefa fácil. Ler, apontar erros, mostrar que havia cláusulas sem nexo no documento feito pela encarregada de contratos, montar estratégias, ouvir o povo, cuidar de sua mãe e irmãos, assinar novas leis, fechar acordos com potências e ainda cuidar de problemas pessoais. Afrouxou um pouco a gravata, reclamando em um tom baixo. Aquilo parecia uma coleira e estava na cara que ele não era um cachorro. Tomou um gole da bebida amarga e apertou a têmpora esquerda, sentindo que uma dor de cabeça estava se aproximando.  Ele sabia que poderia enlouquecer a qualquer momento, mas não se daria esse luxo; afinal, ele era o rei agora.

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Re: Algo Aqui Qualquer

Mensagem por Queen em Qua Jun 13, 2018 5:55 pm

Siënna Vhassenohr

We’ve gone way too fast for way too long And we were never supposed to make it half this far And I lived so much life, lived so much life I think that God is gonna have to kill me twice Kill me twice like my name was Nikki Sixx I woke up in my shoes again but somewhere you exist singing Oops I, did it again, I forgot what I was losing my mind about Oh, I only wrote this down to make you press rewind And send a message that I was young and a menace

EM ANDAMENTO // FINALIZADAS

as rp's

evento em Valyria, com seu acompanhante, asura



as quests


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