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Mensagem por Queen em Qui Mar 29, 2018 3:33 pm

she's a killer queen

A herege ao sair do quarto, abriu um sorriso sereno, enquanto encarava o marido, rindo baixo pelas palavras do mesmo. Ele teria feito pior que eu. Pensou, mas não disse nada. Passou a estudar as feições do amado, que parecia bravo. Ao ouvir de não ir a reuniões, considerou seriamente, mas mordeu o próprio lábio. — Ah, mas eu estou realmente considerando isso. Porque ai, eu teria mais tempo com meu marido. Afinal. Nesse século não andamos tendo tempo para nós,  pois estamos muito ocupados, e pelo que sei, você tem um filme para fazer no Egito. — Pontuou. Como ela sabia disso, devia se ao fato, que o marido trabalhava em sua agência, um renomado diretor de cinema. E ela sabia que ele era feliz com aquilo. Não poderia pedir por mais. Seu marido feliz.

A mulher então falaria do trabalho, como o esposo pediu. — Eu tive várias reuniões hoje, e estava com o prefeito da cidade de novo. E tivemos problemas com vampiros descontrolados. E isso pode afastar turistas. — Explicou, mordendo o próprio labio, rindo baixo, após ser empurrada na parede pelo maior. Sem pensar duas vezes, beijou o amado, com necessidade e todo amor que tinha por ele. A morena desde os tempos de sua humanidade, era completamente apaixonada por seu Oliver. Ele era não apenas seu marido,  Mas seu primeiro e único amor,  e o único que se ela precisasse, sabia que estaria para ela, onde precisasse, desde até no Japão, ou até mesmo nos braços dele. Deixou que seu casaco saísse, e tirou a gravata que o moreno usava, com um sorriso.

Behati mordia o próprio labio inferior, estudando a figura do cônjuge, e segurou a mão do mesmo, guiando-o para um quarto onde usavam para casos como aqueles, a crise de ciúmes de um dos dois, acabou com alguém morto no quarto principal. Assim que a porta fora fechada, voltou a beijar o maior, sorrindo para ele, com os pensamentos mais explícitos possíveis e sua mente perturbada. — Eu acho que você quer tanto quanto eu, principalmente que você vai viajar a trabalho, e eu não poderei ir com você. Então... Eu quero aproveitar tudo o que meu marido tem a me dar, já que ele vai ficar meses fora. E depois, ter de lidar com uma esposa carente. — Fez uma expressão manhosa. E um bico, que talvez não combinasse com ela no momento. Voltou a sua expressão, de desejo e necessidade logo em seguida.

A esposa do diretor, passou o polegar sobre o próprio labio inferior e logo levou a mão ao zíper do vestido, o removendo de imediato, deixando que apenas a lingerie fosse exibida. A mulher sorriu, voltando a beijar o maior, até que o jogou sobre a cama, com cautela, e logo subia por cima do mesmo, beijando-o, enquanto arranhava o peito com um pouco de força, para que os botões da camisa social soltassem, já que ela não tinha naquele momento, paciência para ficar desabotoando um por um. A matriarca, mordeu o próprio lábio ao analisar naquele momento, a figura do esposo na cama do casal, e sorrir. Era um dos modos do qual ela sentia mais falta do maior. — Eu tenho tanta pena das nossas meninas que irão nos ouvir hoje, meu amor... — Riu baixo, voltando a beijar seu esposo.



 
tag: la vem a putaria
BY MITZI
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Mensagem por Queen em Qui Mar 29, 2018 5:32 pm
Arthemis. Esse era seu nome. Nascera há 30 anos atrás, filha de um dos nobres qualquer de Braavos, com uma prostituta qualquer, chamada Elinorah. A mãe, assim que nasceu, lhe deu para o pai em um simples cesto que continha uma carta, explicando o ocorrido. A pequena foi acolhida pela a esposa de seu progenitor, que assim que viu o cesto, xingou-o. Ambos discutiram, mas ao ver as belas feições da menininha, decidiu cria-la como sua própria filha, mesmo não sendo. Foi criada com condições até melhores, do que uma criança bastarda geralmente era criada. Ao menos, publicamente, para a vista da esposa, durante o cair da noite.

Quando a noite caía, Rheon, seu pai, ia ao quarto todas as noites, batia na pequena criança. Ninguém suspeitava do que tinha acontecido. Até que no dia que a pequena Arthemis fez um ano, seu pai apareceu com uma faca em seu quarto, levantou a faca, e a menina acordou. Começou a chorar mais alto que seu normal, acordando a esposa do homem. A mulher chamou os guardas da casa, bateu no marido e tirou o bebê de seu berço, correndo pelas ruas de Braavos, para qualquer lugar que não pudesse ser achada por seu marido, ou atingida pela a influência dele. A jovem logo fora deixada na porta de um homem qualquer, que era um dos gerentes do Banco de Ferro. Foi criada como uma perfeita dama.

A medida que Arthie crescia, tornava-se mais bela, mais fria, calculista e manipuladora. Ela descobrira logo, a verdade sobre seu pai biológico. Seu pai adotivo, não a impediu, e ela o matou a sangue frio, sendo mandada por seu pai, a pedido dela para fora de Braavos, com seus 13 anos, após longas discussões com seu pai adotivo e conversas. Ela iria para Westeros, mais especificamente, para Dorne, ser dama de companhia da princesa roinar governante, Aleeria. Naquele lugar, ela esperava poder casar-se com alguém digno de si e que a amasse de verdade. Era um sonho bobo, ela sabia. Mas queria o amor verdadeiro.

Ao longo dos anos em Dorne, ela viu sua senhora criar seus filhos, das mais variadas idades, com maestria, enquanto ela ajudava, e Arthemis poderia jurar, que enxergava olhares que não devia, do marido de sua senhora sobre si, o que a assustava. Alguns meses depois da sua chegada, Aleeria Martell tinha morrido no ano seguinte, quando sua senhora deu a luz a crianças gêmeas, um casal, acabando a não resistir ao parto. A bravosi pensava que seria dispensada pelo o governante, o que a assustou, foi ela não ter sido dispensada e sim mantida, para cuidar das meninas. Ela continuou naquele ambiente, daquele jeito, cuidando das filhas de seu senhor.

Quando fez 24, anos, dez anos após a morte de sua senhora, a bravosi ficou noiva de um lorde qualquer de Dorne, da casa Fowler, e no dia do casamento, perto de dizer aos votos perante ao septão, foram interrompidos pelo o governante de Dorne, que expressou tudo que sentia, e o que Arthemis poderia jurar que era de sua cabeça. Aqueles sentimentos eram retribuídos pela a morena, e pediu desculpas ao noivo pela a desfeita, dizendo a verdade, que tinha concordado com aquele casamento, para não criar mais falsas esperanças. Alguns meses depois daqueles eventos, o casamento entre a jovem e o roinar, fora realizado e bem aceito por vários lordes da região.

Agora, Arthemis com seus 30 anos, estava muito bem casada com Ikarus Martell, e quatro anos após o casamento, tinham sido presenteados com o primeiro filho, fato que quase custou a vida da nova princesa roinar, uma menininha, que chamaram de Calliope
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Mensagem por Queen em Sab Mar 31, 2018 3:56 pm
Myiah Oakheart, a única filha de Alyssa Tarly e de Rollam Oakheart. Criada pelo os pais, para ser uma perfeita dama, e herdar um dia, o Carvalho Velho. Nascera há 26 anos atrás, era uma criança de fácil cuidado, dócil, amável, mas à medida que crescia, tornara-se rebelde. As amas, criadas, todos começaram a ter problemas. A menina doce, tornara-se uma garota agora, irônica, sarcástica. E toda as vezes que saía com os pais, era quase sempre castigada.


Carvalho Velho, foi o único lugar em que a pequena Oakhert vivera por anos, e talvez, morresse lá mesmo, mas naquele lugar, ela começou a aprender mais com os Meistres e as Septãs. Começou a aprender mais, sobre a arte do veneno, além de como os curar, aprimorar os seus talentos médicos. Afinal, se mexer com veneno, como dizem, pode acabar envenenando-se por acidente. E o que mais gostava de fazer, quando não estava com os pais, ou aprendendo a ser uma dama, ou a ser uma herdeira, era cavalgar, e bordar.


Ao chegar da sua primeira floração, sua mãe ficara realmente ansiosa. Myriah tinha 13 anos. A mulher, saiu extremamente apressada do quarto da menina, e começou a buscar pretendentes poderosos para a filha. Alyssa queria para sua pequena menina, a grandeza. Uma vida melhor, que não se resumisse a uma política, mãe que não tinha uma boa relação com o marido, assim como ela. Até os 17 anos da jovem herdeira, ela tinha recusado todos os pretendentes da mãe, ou os pretendentes a recusavam, pela a enorme boca da morena, e a honestidade afiada, junto de seus comentários sarcásticos e extremamente irônicos. Ela não perdoava ninguém e não importava-se com o posto, ou o poder da casa. Seu maior desejo, não era apenas poder, era também o amor verdadeiro.


Quando a jovem morena fez 19 anos, sua mãe viera a falecer. Seu pai ficou desolado, completamente deprimido, e a jovem assumiu os afazeres do pai, como a lady protetora do Carvalho Velho, enquanto o pai não recuperava-se da morte da esposa. Durante o tempo, ela era elogiada por todos os lordes, aliados e até mesmo os inimigos dos Oakheart, por sua capacidade, a inteligência, e a beleza principalmente, e ela voltara a ter vários pretendentes em casamento. Não que isso a interessasse, por enquanto Myriah só queria a grandeza de sua casa, fora firmado um acordo de casamento, por ela mesma, com os Redwyne. Casaria com o herdeiro da Árvore, não que tivesse vontade de se casar, mas se buscava o melhor, era importante para ela, ter aliados.


Em um ano, seu pai tinha se recuperado, e voltou a assumir seus afazeres, agradecendo sua filha, por ter feito o seu trabalho, no ano passado. E aí, todo o trabalho de Myriah Oakheart, tinha ido por água a baixo. As casas que tinham se aliado à sua família, tinham se tornado agora, as maiores inimigas. E a morena sentiu-se ignorada pelo o pai. Isso para ela, foi um desastre. Isso, seguiu-se pelo o ano que se seguiu, e sua frustração e raiva por seu pai, apenas começava.


No seu aniversário de 20 anos, foi feito uma bela festa no lar dos Oakheart, e todos acabaram bebendo um pouco mais da conta, e isso, incluía seu pai. Mesmo com os poucos conhecimentos sobre venenos que tinha, a jovem tinha adquirido uma pequena quantia de Lágrima de Lys. Colocou um pouco, no vinho do pai no evento, e ela sorriu minimamente, e sentindo tristeza. Odiava fazer aquilo com seu pai. Na manhã seguinte, Rollam Oakheart estava morto, e Myriah Oakheat, era a nova lady protetora do Carvalho Velho, sua nova vida, tinha começado.

Alguns meses após a morte de seu pai, o casamento de Myriah com Ikarus Redwyne, o herdeiro da Árvore, finalmente aconteceu. Ao firmar o acordo, ela poderia jurar de pés juntos que achava que seu marido seria um homem velho, bêbado e gordo. Agradecera aos Sete por estar enganada. A jovem nega com todas as forças quando lhe perguntam, mas tinha certeza que assim que viu seu marido pela a primeira vez, o amou. Já casada, foi para a sede da casa de seu marido, onde lá viveria. Mas com uma condição, meio ano, teriam de passar em Carvalho Velho, afinal, era a nova lady do local, e não podia abandonar completamente. Convencer seu novo marido disso, não foi difícil, ainda mais que tinha certeza que ao menos encantado por sua beleza, ele estava.
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Mensagem por Queen em Sab Mar 31, 2018 4:07 pm
Nome Completo:Rhaenna Nymeros Martell
Idade: 17 Anos;
Local de Nascimento:Dorne ;
Perfil

Cargo: Princesa Roinar;
Título: Princesa Herdeira de Dorne;
Alcunha: A Serpente Vermelha;
Religião Mãe Roine;
O. Seuxal: Heterosexual
Habilidade I:Adagas
Habilidade II: Sedução  
Habilidade III: Diplomacia
Personalidade do Personagem


Uma pessoa carinhosa, mas determinada, apegada a família. Emotiva também, é muito dedicada ao trabalho, não liga para sucesso, faz porque ama o trabalho. Quando ama, é uma pessoa romântica, carinhosa. Amigável, e também leal. Mas quando insultada ou com raiva, não esconde, mostra demais. Ela confia fácil, mas quando é traída e perde amizade, pode ter certeza. Nunca mais olha na sua cara. As vezes é teimosa, muito. É inteligente, com os amigos ela ouve, e é a que mais teve relacionamentos fracassados por isso sempre pedem conselhos pra ela. Ler as pessoas até sabe, mas erra muito, um pouco exibida às vezes assim como convencida, mas nunca usa a fama de terceiros para si mesma

História do Personagem

Rhaenna Nymeros Martell, a filha mais velha de Ikarus e Arianna Martell. Criada pelo os pais, para ser uma perfeita dama, e herdar um dia, o Despenhadeiro. Nascera há 17 anos atrás, era uma criança de fácil cuidado, dócil, amável, mas à medida que crescia, tornara-se rebelde. As amas, criadas, todos começaram a ter problemas. A menina doce, tornara-se uma garota agora, irônica, sarcástica. E toda as vezes que saía com os pais, era quase sempre castigada.

A pequena criança sempre conheceu mais dos Jardins de Água e Lançassolar, e talvez, morresse lá mesmo, mas seu pao sempre a levava em viagens por Dorne, para aprender sobre sua futura responsabilidade. E naquele lugar, ela começou a aprender mais com os Meistres e as Septãs. Começou a aprender mais, sobre a arte do veneno, além de como os curar, aprimorar os seus talentos médicos. Afinal, se mexer com veneno, como dizem, pode acabar envenenando-se por acidente. E o que mais gostava de fazer, quando não estava com os pais, ou aprendendo a ser uma dama, ou a ser uma herdeira, era cavalgar, e bordar.

Ao chegar da sua primeira floração, sua mãe ficara realmente ansiosa. Rhaenna tinha 13 anos. A mulher, saiu extremamente apressada do quarto da menina, e começou a buscar pretendentes poderosos para a filha. Arianna queria para sua pequena menina, a grandeza. Uma vida melhor, que não se resumisse a uma política, mãe que não tinha uma boa relação com o marido, assim como ela. Até os 14 anos da jovem herdeira, ela tinha recusado todos os pretendentes da mãe, ou os pretendentes a recusavam, pela a enorme boca da morena, e a honestidade afiada, junto de seus comentários sarcásticos e extremamente irônicos. Ela não perdoava ninguém e não importava-se com o posto, ou o poder da casa.  Seu maior desejo, não era apenas poder, era também alguém que a entendesse.

Um ano depois, a Martell acabou por ser informada que casaria-se com um Dayne e isso a irritou ao extremo. A jovem decidiu ignorar aquilo e focou sua mente por completo ao seu treinamento para um dia assumir o posto da mãe. Rhaenna decidiu naquele dia, não ser rude com o futuro marido, mas não o amaria, afinal ela não tinha tempo ou paciência.  E muito menos, acreditava em amor. Ela só queria ajudar a mãe com o seu lar. Naquele ano também,  nascera sua irmã  mais nova, Calliope a quem protege com uma ferocidade assassina, mais do que seus irmãos mais novos e com aquela ferocidade, conseguiu a alcunha de Raposa do Deserto, já que era sorrateira e esperta sobre aquilo.

De acordo com os anos, seu casamento com o Dayne se aproximava, e em uma falha miserável ela acabou por cometer o único erro que não se permitirá cometer. Acabou por se apaixonar pelo o noivo e ela não se permitia demonstrar àquilo para ninguém já que considerava o amor uma fraqueza e que ela deveria saber controlar bem as emoções,  porém no fundo, a única coisa que ela quer é um casamento como o dos pais, regado de amor, carinho e paixão. Mas nunca lhe pergunte isso. Ela o negará como sempre faz sempre que o mencionam. Agora, ela só espera o dia do casamento e de assumir o posto da mãe.
Atributos

Força: 03
Inteligência: 10
Energia: 03
Resistência: 03
Destreza: 03
Carisma: 08
Determinação: 00
Percepção: 04

Genealogia


+ Princesa Roinar Governante @Arianna Nymeros Martell, 34 anos, – Senhora de Lançassolar
    + Seu marido, Príncipe Roinar _____ Nymeros Martell , __ anos, – Da casa ____.
           + Seu filho(a) e herdeiro, @"Rhaenna Nymeros Martell", 17 anos.
           +  Seu filho(a) ____,  ____, __ anos.
           +  Seu filho(a) ____,  ____, __ anos.
           +  Seu filho(a) ____,  ____, __ anos.
           +  Seu filho(a) ____,  ____, __ anos.
           + Sua filha, Princesa Roinar Calliope Nymeros Martell ,  02 anos.
   + Seu irmão, ___ ___ Nymeros Martell, __ anos
     + Sua cunhada ___ ____, _____, __ anos – Da casa ___
           + Seu sobrinho, ____,  ____, __ anos.
           + Seu sobrinho,  ____, __ anos.
   + Sua irmã, ___ ___ Nymeros Martell, __ anos
     + Seu cunhado ___ ____, _____, __ anos – Da casa ___
           + Seu sobrinho, ____,  ____, __ anos.
           + Sua sobrinha,  ____, __ anos.
   + Seu irmão, ___ ___ Nymeros Martell, __ anos
   + Sua irmão(ã) bastardo, ___ ___ Sand, __ anos
   + Sua irmão(ã) bastardo, ___ ___ Sand, __ anos
   + Sua irmão(ã) bastardo, ___ ___ Sand, __ anos

ninguém relevante




Última edição por Queen em Sab Abr 21, 2018 4:23 pm, editado 2 vez(es)
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Mensagem por Queen em Seg Abr 02, 2018 5:15 pm
Frederico W. Hohenzollern 

amor, amizade, carinho, proteção, afeto, zelo, respeito

Frederico é o noivo de Charlotte desde que a jovem alemã se conhece por gente. Tem pelo o rapaz uma amizade, respeito e carinho impressionante que chega a doer. Charlotte sente mais que amizade, até é  arriscado de se dizer que ela o ama, mas que não se deixa levar por isso pela as responsabilidades que tem, mas isso a machuca mais do que a rainha gostaria. De tanta dor que sentiu, Charlie decidiu abrir o jogo e arriscar, agora não tem mais medo de ser infeliz, mas tem medo é de ficar sozinha e sem ninguém

so i love when you call unexpected
Teresa Macneil Schramm

amizade, carinho, proteção, afeto, zelo, respeito

blaaa

i even lol man i should know, why you do what you do?


Última edição por Queen em Seg Abr 02, 2018 5:20 pm, editado 1 vez(es)
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Mensagem por Queen em Seg Abr 02, 2018 5:16 pm
Freddie Richards Evans
19. Prince. Evan Peters.
Though I'm rather blind, love is a fate resigned. Memories mar my mind, love is a fate resigned. Over futile odds And laughed at by the gods and now the final frame: love is a losing game.

— Noivo, Fred, Vacilão, gostoso e dela.

Maria Helena Enrichetta
15. Princess. Magdalena Zalejska.
Você quer brincar na neve? De alguma coisa que eu não sei, faz tempo que eu não vejo mais ninguém.

— Irmã, protegida, bebê.

♥️ jadeite
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Mensagem por Queen em Qui Abr 05, 2018 12:53 pm

- I USED TO HAVE A NICKEL FOR WHAT YOU SAY, BABY YOUR WORDS WOULD BURN ME IN THE THIRD DEGREE NOW BABY LOOK WHAT IT'S COME TO 'CUZ I FUCK WITH MYSELF MORE THAN ANYBODY ELSE I USED TO CARE WHAT YOU THINK ABOUT ME CAUSE MY LOVE IS SO GOOD SO I FUCK WITH MYSELF MORE THAN ANYBODY ELSE

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Mensagem por Queen em Qui Abr 05, 2018 12:54 pm

- I USED TO HAVE A NICKEL FOR WHAT YOU SAY, BABY YOUR WORDS WOULD BURN ME IN THE THIRD DEGREE NOW BABY LOOK WHAT IT'S COME TO 'CUZ I FUCK WITH MYSELF MORE THAN ANYBODY ELSE I USED TO CARE WHAT YOU THINK ABOUT ME CAUSE MY LOVE IS SO GOOD SO I FUCK WITH MYSELF MORE THAN ANYBODY ELSE

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Mensagem por Queen em Sab Abr 07, 2018 7:41 pm
Rhaenna Nymeros Martell, a filha mais velha de Ikarus e Arianna Martell. Criada pelo os pais, para ser uma perfeita dama, e herdar um dia, o Despenhadeiro. Nascera há 17 anos atrás, era uma criança de fácil cuidado, dócil, amável, mas à medida que crescia, tornara-se rebelde. As amas, criadas, todos começaram a ter problemas. A menina doce, tornara-se uma garota agora, irônica, sarcástica. E toda as vezes que saía com os pais, era quase sempre castigada.

A pequena criança sempre conheceu mais dos Jardins de Água e Lançassolar, e talvez, morresse lá mesmo, mas seu pao sempre a levava em viagens por Dorne, para aprender sobre sua futura responsabilidade. E naquele lugar, ela começou a aprender mais com os Meistres e as Septãs. Começou a aprender mais, sobre a arte do veneno, além de como os curar, aprimorar os seus talentos médicos. Afinal, se mexer com veneno, como dizem, pode acabar envenenando-se por acidente. E o que mais gostava de fazer, quando não estava com os pais, ou aprendendo a ser uma dama, ou a ser uma herdeira, era cavalgar, e bordar.

Ao chegar da sua primeira floração, sua mãe ficara realmente ansiosa. Rhaenna tinha 13 anos. A mulher, saiu extremamente apressada do quarto da menina, e começou a buscar pretendentes poderosos para a filha. Arianna queria para sua pequena menina, a grandeza. Uma vida melhor, que não se resumisse a uma política, mãe que não tinha uma boa relação com o marido, assim como ela. Até os 14 anos da jovem herdeira, ela tinha recusado todos os pretendentes da mãe, ou os pretendentes a recusavam, pela a enorme boca da morena, e a honestidade afiada, junto de seus comentários sarcásticos e extremamente irônicos. Ela não perdoava ninguém e não importava-se com o posto, ou o poder da casa.  Seu maior desejo, não era apenas poder, era também o amor verdadeiro.


Última edição por Queen em Sab Abr 21, 2018 3:40 pm, editado 1 vez(es)
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Mensagem por Queen em Sex Abr 13, 2018 5:39 pm
she's gonna make you beg for mercy
Look in the mirror When I look in the mirror Baby, I see it clearer Why you wanna be nearer I'm not surprised I sympathize  I can't deny Your appetite You got a fetish for my love I push you out and you come right back Don't see a point in blaming you If I were you, I'd do me too Reaching your limit Say you're reaching your limit Going over your limit But I know you can't quit it Something about me Got you hooked on my body Take you over and under And twisted up like origami
if you don’t like the way I talk, then why am I on your mind? If you don’t like the way I rock, then finish your glass of wine We fight and we argue, you'll still love me blind If we don’t fuck this whole thing up Guaranteed, I can blow your mind Mwah! And tonight I’m alive, ain't a dollar sign Guaranteed, I can blow your mind, mwah

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Mensagem por Queen em Sex Abr 13, 2018 5:41 pm
she's gonna make you beg for mercy
Look in the mirror When I look in the mirror Baby, I see it clearer Why you wanna be nearer I'm not surprised I sympathize  I can't deny Your appetite You got a fetish for my love I push you out and you come right back Don't see a point in blaming you If I were you, I'd do me too Reaching your limit Say you're reaching your limit Going over your limit But I know you can't quit it Something about me Got you hooked on my body Take you over and under And twisted up like origami
if you don’t like the way I talk, then why am I on your mind? If you don’t like the way I rock, then finish your glass of wine We fight and we argue, you'll still love me blind If we don’t fuck this whole thing up Guaranteed, I can blow your mind Mwah! And tonight I’m alive, ain't a dollar sign Guaranteed, I can blow your mind, mwah

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Mensagem por Queen em Qua Jun 27, 2018 5:47 pm
O que se dizer de mim? Bom não é segredo para ninguém que eu não sei de onde vim e muito menos sei pra onde eu vou, sou perdido na vida e gosto disso não pretendo mudar tão cedo. Minha certidão de nascimento - a original, é claro - diz que eu nasci em Marselha em uma província qualquer da França. Mas eu seria uma tola se acreditasse em tudo que papeis dizem afinal se eu realmente fosse de lá eu acho que a essa altura do campeonato eu já saberia. A verdade é que nunca cheguei a conhecer meus pais, aliás ninguém nunca chegou a conhecer meus pais ou é o que dizem para mim, mas também nunca me preocupei em investigar para ver se é verdade ou não pois não possuo o menor interesse nisso. Não me levem a mal, mas eu acreditava que se meus pais não me quiseram antes não iriam me querer agora e exatamente por aquele motivo não gostava nem de pensar no assunto. Cresci em um orfanato em Londres onde desenvolvi uma incrível habilidade para causar confusão ou me meter em brigas, é claro que a maioria das crianças evitavam ficar perto de mim quando eu estava irritada depois de um tempo, mas ainda assim existem aqueles que nunca aprendem sabe?!. A melhor parte disso é que eu possuo uma habilidade sem igual para conseguir fugir de confusões e armar "planos" que nunca falharam. O orfanato era dirigido por freiras e houve uma época em que elas me mandaram passar um tempo em algum lugar na Escócia por acreditar que eu estava "possuída" pelo demônio, ao menos aquela suposição das moças de batina faz qualquer rir até hoje. Eu me lembrava bem do porque aquilo, meus planos eram perfeitos é claro mas certa vez depois de uma briguinha um de meus comparsas resolveu delatar todos nós e me colocou como a "chefe da quadrilha" - não que ele estivesse errado, mas aquilo fez as freiras pararem de achar que a casa era amaldiçoada para achar que o demônio havia me possuído. Apesar de geniosa e muito briguenta por ter sido rebelde e tudo mais, ainda sim era muito avoada e meio esquisita diversas vezes, gostava de praticar diversas atividades que pudessem vir a envolver algum tipo de expressão artística pois de alguma forma me sentia atraído por ela. Pois é, passar quatro meses na Escócia com alguns padres estranhos apenas me fez aprender a falar a língua e aprender a ter alguma noção de dança, não era difícil sabendo que eu tinha uma facilidade para aprender as coisas rápido o único problema era minha paranoia que irritava todo mundo. Quando chegaram à conclusão de que eu não tinha nada além de ser louca e extremamente viciada em música, em nado, me mandaram de volta para o orfanato onde as freiras me receberam de volta sem muita motivação.


Porém eu também não fiquei muito mais tempo no orfanato, pois alguns dias depois do meu aniversário de sete anos um casal de sobrenome Bennett resolvera me adotar. Eram um casal de classe devo dizer e realmente tinham a sua fortuna morando em uma mansão, não dizendo que eram incrivelmente podres de rico porque isso não eram, mas o Senhor Bennett tinha uma grande e promissora empresa que lhes proporcionavam todo o conforto. Quando fui adotada pelos mesmos faltava uma semana para o ano letivo começar no país e mal saímos do orfanato e já me matricularam no segundo ano em uma academia famosa. Eu devo dizer que eu mudei um pouco naquela época, a Senhora Bennett quis de tudo que é forma me educar para ser uma mulher de negócios bem sucedida futuramente e teve muito sucesso com isso. Na escola eu era uma aluna prodígio e atraía sempre vários olhares tanto cobiçosos quanto de inveja, mas também não era para tanto eu sempre conseguia as melhores notas apesar de ter uma incrível queda por festas, bebidas, confusões e qualquer tipo de agito que puderem imaginar, dediquei boa parte do meu sucesso nos estudos a pratica do canto e dança, diversas apresentações, segundo várias pessoas, um talento nato. O Senhor Bennett vivia tendo que lidar com minhas crises de adolescente dizendo que eu era irresponsável, teimosa, geniosa, inconsequente e incrivelmente problemática e que jogava no lixo um futuro brilhante já que eu era inegavelmente inteligente e ótima dançarina e cantora. O problema era que eu nunca quis mudar entende? Adotei um visual mais moderno e quando fiz meus quinze anos já havia tido mais ressacas, ocorrências policiais por festas ilegais e aventuras impensáveis que eu poderia me lembrar. Infelizmente naquele ano meus pais adotivos morreram em um incêndio em uma festa da alta sociedade que os mesmos foram convidados a ir e a qual eu recusara para ir em uma balada qualquer com alguns amigos e onde saberia que poderia encontrar variadas bebidas e mulheres, além de homens.
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Mensagem por Queen em Qua Jun 27, 2018 6:08 pm
Josephine.

Seus olhos cores de avelã se abriram no ano de 1998,  para Friederich Diëhl Nieckhale, um renomado diretor de cinema e além disso, o irmão do rei dinamarquês, na cidade de Copenhague, no hospital principal da cidade, o que fazia dela uma princesa E o casal ficou completamente apaixonado pela pequena criança, que passou a ser seu tesouro. O nome, Josephine veio de sua avó paterna, que portava de mesmo nome. Friederich amava sua mãe e a ver morrer foi o pior fato de sua vida. E a única coisa que lembrava a avó na pequena menina, eram seus lábios avermelhados. Todo o amor que os familiares da pequena tinham, ela recebeu. E ela poderia se tornar... Grandiosa, e seu pai não esperavam nada além disso para ela.

A grandeza

Josephine era muito mimada por seu pai e o tio, durante sua infância. Recebia tudo o que pedia, mas não dava problemas. Era apesar de mimada, extremamente inteligente e desde cedo sua mãe lhe ensinava o senso de certo e errado, o que fez que a criança ainda mimada, não desse problema e ela fazia coisas cautelosas, além de não pedir nada extravagante. A única coisa extravagante que ela pediu, foi uma casa gigante de bonecas para seu pai, e que ganhou no Natal. O resto, ela ainda fazia pedidos de criança normais, como bonecas, animais de estimação. No entanto, o tio fazia a sobrinha aprender piano, balé, e vários idiomas, como alemão, inglês, italiano, latim, o que viria a ser útil em seu futuro, alemão e russo, além de artes marciais, como Tae-kwon-do e caratê, além de jiu-jitsu com vários mestres chineses e japoneses, que também a ensinava a manusear armas brancas, ganhando no fim uma katana que batizou de Shurayuki. Já que ela sendo uma princesa, e membro da linhagem de sucessão ao trono dinamarquês, a terceira, ela corria certos perigos.

A nevasca

Aos seus 18 anos, no inverno mais rigoroso da Dinamarca, ela voltava da aula de balé, com sua prima, Carinne, a herdeira do trono dinamarquês. Elas andavam pelos becos da cidade, já que era raro o tio as deixar sair sem segurancas. Quando do nada, algo atingiu sua prima, fazendo-a desmaiar. Josie gritou. Logo, ela viu uma criatura gigantesca que logo identificou, dos livros de história de mitologia, como uma empousa. Assim que sua prima acordou, saiu correndo com ela. Até que ficaram encurraladas em um monte de neve. E ali, ela pensou que fosse morrer. A criatura feia que as caçavam e a neve. Ela começou a chorar. Então, ela logo viu seu pai ali, com uma arma que ela não prestou atenção no que era, gritando "Corre, tira sua prima daqui!" E foi o que ela fez. Correu para o mais longe possível, para casa, com a prima.

A verdade?

Dois dias depois do ataque, Josephine tinha várias perguntas sobre o que tinha acontecido. Principalmente como ela conseguiu ficar mais de 2 horas em uma tempestade de neve sem morrer. Apesar de que ela sempre teve certa preferência de dias de neve ao calor. Agora, ela esperava seu pai no escritório dele, determinada a descoberir a verdade. Ela logo assim que o pai chegou, começou a questionar. Afinal, ela queria a verdade. Seu pai nunca tinha mentido ou a escondido algo. Mas claro, ela nunca perguntava da mãe, afinal ela não tinha interesse em saber da da mulher que não ligava para ela. Logo, a jovem descobriu a verdade do pai, de sua mãe ser a deusa da neve, ela ser uma semideusa. Porém, ficou furiosa. E brigou com o pai, por ter quebrado a promessa de nunca mentir um para o outro. Magoada, ela se escondeu em um quarto qualquer do palácio. Duas horas depois, seu pai a achou, pedindo desculpas.

O Acampamento

Com a jovem agora já sabendo a verdade, o tio e o pai decidiram a enviar para os Estados Unidos, para que ela fosse para um lugar que semideuses treinassem. Ela partiu para o país na semana seguinte após os dois acharem uma desculpa convincente para o sumiço da herdeira de Friederich da mídia. Para o público seria divulgado que ela estaria em uma das faculdades de mais renome nos EUA, Harvard. E com contatos do mundo de semideuses de ambos, conseguiram preparar a documentação que precisasse para que a imprensa fosse enganada com facilidade. Na chegada ao país, um homem de confiança de seus responsáveis a recebeu explicando que até que o acampamento fosse contactado, ficaria com ele. Três dias depois, um dos sátiros do  acampamento meio sangue, segundo o homem era como o local se chamava, ela seguiu o mesmo para lá, mas no trajeto o carro foi destruído pelo a mesma empousa que a caçou na Dinamarca, os atingiu e logo a morena começou a correr com o sátiro, enquanto o confiável de sua família tentava matar a empousa e com o sucesso, ela parou na enfermaria devido a enjoos que ela sentia.

A Reclamação

Depois de dois dias, ela finalmente saiu da enfermaria. O funcionamento do local, o que ela era, foi melhor explicado por outros semideuses. Ela contou para o Centauro guardião do local, a experiência na Dinamarca com as empousas e de ela preferir neve ao calor. Ele tinha uma suspeita de quem era o progenitor dela. Mas não disse nada. Ela ficou no chalé de Hermes durante alguns dias. Até que em uma das atividades do Acampamento, que ela descobriu ser Caça a Bandeira, ela foi pega de surpresa, até que ela foi cercado por filhos de Hécate que fizeram magias sobre frio, neve, esperando que ela parasse. Logo, ela deixou que eles saíssem de sua vista, até tocar na neve, chutou o saco deles e saiu correndo. E logo, viu um símbolo de neve em um círculo holográfico. Ouviu um "Ave Josephine, filha de Quione." Ela se sentiu nervosa, mas sua nova vida ali começaria


Última edição por Queen em Qua Jun 27, 2018 9:22 pm, editado 20 vez(es)
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Mensagem por Queen em Qua Jun 27, 2018 6:49 pm
Os céus daquele dia se encontravam limpos, literalmente. Próxima a casa da família McBride, os céus estavam escuros, sem nenhuma presença de luz aparente. Não que aquela casa ali tivesse alguém rico. Quione era uma deusa. Uma deusa que tinha dormido novamente com um mortal. Quione se encontrava grávida. Grávida de 9 meses de Julianna, nome dado pela sua mãe em homenagem a melhor amiga dela. Leves dores fizeram a mulher loira contorcer os braços, quando sentiu um líquido quente escorrer entre suas pernas. Droga, não era para aquilo acontecer agora. -Frank! Frank! - Gritava a deusa, mas sem nenhuma resposta. Frank, seu “amante” bêbado, que sempre estava na farra, se encontrava fora de casa. Frank era o típico homem que ninguém iria querer por perto. Alcóolatra, drogado. Fedia a cigarro barato, a álcool podre como seus dentes. Era porco, mal tomava banho e extremamente violento, e era casado com Alessa, que odiava a deusa. Quione quando contou que estava grávida, ele não aceitou. Ele a espancou, e como se não bastasse tentasse fazer um aborto na base da porrada, ele a violentou várias e várias vezes seguidas, alternando entre vaginal e o anal. Seus sofrimentos poderiam acabar naquela noite.
E provavelmente acabariam. Enquanto a Deusa vivia confortável em Marselha, “raptada” por seu amante até gerar sua criança, ela sofria. Muitas e muitas vezes.

As dores de Quione aumentaram. Ela já não tinha outra opção do que fazer o parto da criança ali mesmo. Seu corpo todo doía, e ela gritava tão alto que a rua deserta da cidade francesa de Marselha não se permanecia mais no silêncio comum de uma madrugada. Estranhamente, as luzes do quarto começaram a piscar e sombras rodeavam o local. As dores aumentavam, sangue escorreu de entre suas pernas e começou a sujar a cama. Gritos no quarto se misturavam com o barulho das sombras girando.
Alessa, bêbada, chegava em casa e ouvia os gritos. - Esse puto não sabe nem esperar eu chegar e já dá para outro? Eu vou matá-la. - Balbuciou a bêbada, mas algo estranho ocorreu quando ele tocou a maçaneta. Um grito tenebroso ecoou em seu ouvido, algo como um "Vá embora", o fazendo estremecer. O marido estava com Quione, em sua casa. Novamente, os gritos de Quione eram escutados, e ele queria saber o que acontecia. Tentou arrombar a porta, e gritava pelo nome dela. Quione estava dando à luz, e seu corpo começou a estalar. Seus ossos se quebravam, e ela começava a entrar em um estado estranho. Ela era uma ruiva linda, dona de um corpo belo e bem formado. Aberração, era o que ela estava se formando. Suas pernas estavam secas e seus braços também. Seu rosto, focado no temor, ficou estático quando o choro desesperado ecoou por toda a casa. O bebê nascera, e as sombras que rodeavam o quarto rapidamente, começaram a se esvair pelas janelas e abriu a porta da frente com força, derrubando Frank. O bêbado correu, entre tropeços, até o quarto aonde sua esposa estava. Mas era tarde demais. A deusa a tinha abandonado. Julia havia nascido, e, Frank faria ela sentir na pele que não seria digna de tal vida.


Marselha, França, 13 de Fevereiro de 2003


Julia tinha 9 anos. Isso não impediu dela ser usada de escrava pelo próprio pai. Ela não estudava em escola, como uma garota comum. Muitas vezes, ela fugia de casa para ir para a casa de sua vizinha, Marillie, que a ajudava sempre que podia. Pobre Julia, sempre que ela fugia, seu pai a encontrava, e abusava dela. Toda a pureza e o brilho do olhar de uma criança sumia aos poucos, a cada surra, a cada humilhação. Julia já não via esperança no mundo. Mesmo brincando com seus supostos amigos, no caso, os filhos da vizinha, ela não era feliz. Ela só tinha um desejo. Um absoluto e forte desejo.
Ela queria matar seu pai, a todo custo. Julia esperou seu pai dormir, bêbado e pegou um punhal. Mesmo pequenina, Julia queria se livrar dele, de todo modo, a todo custo. Um pequeno som de vidro quebrando estragou tudo. Ela pisou em um caco de vidro. Um punho forte e pesado atingiu sua boca, e a jogou para trás. Seu pai estava com os olhos vermelhos e começou a espancar a garotinha. Em seguida, não se contentando da tamanha brutalidade que fizera, estuprou-a e jogou na rua, como um lixo. A ruiva pequena chorava e gritava de dor, gritava por ajuda. Os Deuses, geralmente, escutam a todos. Talvez, a sua vizinha ter a encontrado rastejando até a porta dela tenha sido uma ajuda divina. O sangue nas pernas da garota, que escorriam tanto pela frente como pelas costas, e seu rosto machucado, ela não teve outra alternativa do que denunciar Frank, que fugiu para a capital Paris.


Paris, França, 6 de Julho de 2010


Julia não vivia mais com sua vizinha. Ela falecera fazia 2 anos. A ruiva agora vivia em Paris com seu amigo, Thomas, caçando seu pai. Thomas não queria que ela tivesse aquela ideia de ser uma assassina. Mas isso não funcionou naquela noite de lua cheia. Ela andava, lentamente pelos becos dos guetos franceses a procura de informações. Frank se tornou um traficante famoso, e qualquer viciado saberia. A menina de olhos sérios e tenebrosos parou diante de dois viciados e os encarou por alguns segundos. -Quem de vocês conhecem Frank Los Lobos? - Questionou, deslizando de sua manga longa um canivete. Um moreno, também viciado, se aproximou da garota e tateou sua coxa, enquanto sussurrava: -Eu te digo, se você nos fizer... - Não teve tempo de falar. Julia cravou o canivete no pescoço do rapaz e girou o mesmo, fazendo o sangue espirrar por ela e pela parede. O seu companheiro, loiro, gritava aterrorizado pela frieza da garota, e ela voltou a caminhar na direção dele, serenamente como se não houvesse nada ocorrido. -Aonde eu encontro Frank Los Lobos?
O sangue do rapaz congelou, e ele apontou para um prédio sujo. "Porco como sempre. Era de se imaginar." Pensou a garota, quando ela cravou na testa do rapaz a lâmina e desceu rasgando do rosto até o pescoço. Sua roupa estava suja de sangue, e ela se desfez do último moletom que usava.
Entrando de forma furtiva no prédio, Julia caminhou lentamente até o apartamento de Frank e arrombou a porta, sem fazer barulho. Ele se encontrava dormindo em cima do próprio vômito. "Verme inútil." Pensou, enquanto tirou o canivete do bolso e parou na frente dele. Sonolento, o bêbado sujo de vômito encarou a moça na frente dele e sorriu cruelmente. -Olha só, serviço de quarto? - Julia sorriu sadicamente, com os cabelos loiros cobrindo sua face. - Olá, papai. Lembra de mim? - Falou friamente, deixando que seus cabelos revelassem seu rosto. Frank ficou com a expressão de que tivesse visto o próprio diabo em sua frente. A ruiva era mais rápida, e colocou a mão na nuca do padrasto e a lâmina embaixo de sua boca. -Você lembra do que fez comigo? - Lágrimas escorriam pelo rosto da ruiva, mas eram lágrimas de puro ódio. Ela tremia os lábios, enquanto pronunciava as palavras lentas e carregadas de ódio: - Lembra que me violentou e que me agredia? LEMBRA? - Cravou a lâmina do canivete até o punho quase perfurar a pele. Ela girou a lâmina enquanto ia matando-o aos poucos. Após retirar a lâmina, ela cravou na lateral de sua cabeça e também girou, formando buracos.
Julia não seria violenta, se o destino não a fizesse assim. Ela seria amigável, doce, uma criança e garota comum. A ruiva tirou de seus bolsos dois pedaços de madeira, e cravou, um no buraco de baixo para cima, e o outro nos buracos laterais. Sorrindo, ela fitou os olhos ainda abertos daquele seu algoz, e sussurrou: -Tchau papai.

Após abandonar o apartamento, Julia encontrou Thomas em um carro velho. Ele estava apressado, e quando ela entrou, ele deu um soco no volante. - Julia! Não era para ter feito isso. E você precisa sair daqui logo, e irmos pros Estados Unidos.
A ruiva ficou intrigada. Ir pros Estados Unidos? A polícia já tinha descoberto? A ruiva encarou ele de cima a baixo, e viu que não usava calças. E suas pernas não estavam normais. -Que fantasia horrível. E o que eu tenho que saber que você não me contou?

Thomas encarou ela e pronunciou a frase que mudaria totalmente a vida dela ali:

- Julia, você é uma semideusa.

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Mensagem por Queen em Qua Jun 27, 2018 7:24 pm
A menina nasceu na Holanda no dia 19/05/1995. Filha de Catheryn Waydrich Löwin McBride, uma agente da inteligência inglesa que foi acusada de traição, e fugiu para a Holanda, ainda grávida. Muitos espiões ingleses acusados de traição acabam mortos, mas não Catheryn. Ela viveria para criar sua filha, por tempo o suficiente. A pequena Elleanora, que era o nome da menina registrado em cartório, viveu dois anos na Holanda, depois a mãe e a menina se mudaram para os Estados Unidos, Nova Orleans, para ser exato.

Elleanora cresceu feliz em Nova Orleans, teve uma infância normal, brincava, fazia arte e irritava as vezes Catheryn. Quando Ella, o modo que a mãe a chamava fez dez anos, ela pensou melhor sobre o nome Elleanora, e entrou com uma ação no cartório para mudar o nome de sua filha, o mudando para Julianna. Para Julia, não fazia muita diferença como se chamava, ela atendia quando era chamada de Julianna ou de Elleanora mesmo. Ela estudava, e tirava notas ruins, até a mãe decidir ensinar la em casa. Até que mesmo em casa, ela continuasse com notas baixas, então foi no psicólogo e foi diagnosticada com Dislexia e Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade, ou TDAH. A mãe tentou ensinar la de um modo que ela conseguisse nota, e conseguiu.

Quando fez 16 anos, ela andava pela as ruas de Nova Orleans, onde foi atacada por um Ciclope. Não se sabe até hoje, já que ela se recusa a contar, como o Ciclope foi morto. Mas quando matara o ciclope, descobria ser uma semideusa, uma filha de Eros, o deus do amor, enquanto lutavam, o ciclope a contava.. Aquilo a apavorou mas o que mais a apavorou, foi que quando correu para procurar sua mãe para questionar la, ela tinha desaparecido, só tinha um bilhete. Caso tenha descoberto, não me odeie, pretendia te contar aos dezoito anos. Vá para Nova York, no Acampamento Meio Sangue. Faça como sempre fizemos nas férias, apague seus rastros. Ela amassou o bilhete, e o fez. Espalhou alcóol pela a casa, após pegar todas as suas roupas e pertences, dinheiro e comida, e colocou numa mochila, e pegou um isqueiro já na porta da casa. Olhou para os lados para garantir que ninguém a visse, e derrubou o isqueiro ligado na casa, a vendo ser consumida pelas chamas.

Ela então, após ver a casa ser consumida pelas chamas, começou a rumar para a Rodoviária. Já era maior de idade mesmo, podia viajar sozinha sem dar satisfações mesmo. Enquanto rumava a rodovíaria tinha achado um caixa eletrônico, sacou todo o dinheiro do cartão da mãe, o quebrou em seguida, o jogando fora. Guardou o dinheiro na mochila e continou indo para a Rodoviária. Pagou uma passagem, e ficou no ônibus, onde foi para Nova York, em plena madrugada.

Quando ela chegou em Nova York, a primeira coisa que fez, foi comprar isqueiro, e alcóol, ao ver o ônibus vazio, sorriu. Ela tinha gostado de incendiar sua casa e se pegou pensando, porque não. Ela molhou o ônibus vazio com alcóol, e colocou fogo, sem que ninguém a visse e fugiu. Assim, a semideusa chamou um táxi, e deu o endereço do bilhete de sua mãe. Quando chegou, queria incendiar o táxi, mas apenas encarou o motorista. - Se disser para alguém que estive em seu táxi, voltarei, te encontrarei e te queimarei vivo com seu precioso táxi, apague os registros de minha corrida e minha presença. - Ela viu no taxímetro o preço, e pagou o cara, pegou suas coisas, e continuou andando para o Acampamento Meio Sangue. Quando chegou, ela viu um coração rosa, em um holograma sobre sua cabeça e uma voz falou algo sobre bem vinda, seu nome, filha de Eros. E assim foi para seu chalé.
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Mensagem por Queen em Sex Jun 29, 2018 3:30 pm
Annelise

Annelise. Esse foi o nome escolhido por Niklaus Dähne Reinhardt, quando ela nasceu, no ano de 1935, na cidade de Berlim, em plena ditadura nazista, em meio ao caos, para seu pai, ela era a garota mais linda que tinha visto. Sua mãe, Amelie, morreu num treinamento da Liga das Moças Alemãs, pouco tempo depois de seu nascimento. O pai a criou e a mimou como nunca, sendo ela sua princesinha. Ao longo de sua vida, ela sempre era protegida pelo o pai. Porém quatro anos depois, quando a Alemanha se colocou em guerra contra a Inglaterra, França  e seus aliados, seu pai teve de ir servir. Claro que ela chorou, chorou muito e se sacudiu sobre os braços da babá que a segurava. Seu pai apenas beijou sua testa, dizendo "Se comporte, Anne. Você é o meu bem mais precioso. Eu vou voltar para você, eu prometo." Então, a menina parou de chorar, e apontou para a pequena joia que o pai tinha, que era um pequeno colar com uma pedra roxa, indicando que queria, o pai a deu, dizendo "Cuide bem disso. Voltarei para buscar." Então,  ela viu o pai partir, com a joia em mãos.

A Fuga

Após seis anos, ela novamente viu seu pai, no dois dias depois do seu aniversário de dez anos. Logo ela entraria na base da Liga das Moças Alemãs,  já que tinha dez anos. Era noite, quando ela sentiu algo atrás dela, e viu garras metálicas,  quando por acidente, fez alguns mortos aparecerem, atacando a figura, quando o homem gritou um "Anne, sou eu!" E ao reconhecer a voz do pai, logo os mortos sumiram. Ela correu para ele e foi abraçada. Ele explicou que eles iriam embora da Alemanha ja que depois que a guerra fosse perdida, tudo pioraria. E que ele nunca iria embora sem sua pequena princesa. Ambos arrumaram uma pequena mala para a criança, já que o pai compraria algo a mais se ela precisasse. Anne apenas subiu nas costas do pai, ja que ele era mais rápido, e precisariam ser rápidos para que a fuga fosse bem sucedida, e logo depois de três dias, estavam fora da Alemanha, rumo à França, onde chegaram dois dias depois.

A Grandeza

Com ambos morando em uma pequena casa numa cidade do interior da França, Annelise começou a ter uma infância realmente comum, distante do nazismo alemão, do ódio aos judeus, e a superioridade da raça ariana. Ela se adaptou muito bem à uma  vida longe daquilo, e nas florestas da casa onde morava, descobriu que tinha alguma variedade de poderes. Ela era forte nos momentos  certos, ágil, veloz. E uma outra diversidade. Ela gostava de ficar na floresta, onde os animais sempre a faziam companhia,  principalmente quando seu pai trabalhava. E isso a relaxava, fazia com que ela não chorasse, afinal, ela tinha medo de ficar sozinha. Quando seu pai chegava, ela corria para casa e pedia para ele contar variadas histórias para ela.  E ela seguiu crescendo mimada e protegida por seu pai.

O Treinamento

Com a jovem fazendo seus 20 anos, em plenos anos 50, pediu para seu pai para que ela pudesse viver sua vida. Não que não o amasse, mas ela queria poder seguir o próprio rumo. Fora difícil, mas com a permissão do pai, desde que ela o enviasse cartas constantes, e pedisse ajuda quando precisasse, Anne logo partiu para a Grécia, onde depois de muito procurar, seu sexto sentido a levou para um lugar muito bem escondido, Themyscira, onde foi recebida pela a regente do lugar. Lá, descobriu a verdadeira origem da mãe, e quem realmente era. E começou seu treinamento com aquelas mulheres. Annelise treinava 22 horas por dia, ja que duas horas por dia, reservava para escrever cartas para seu pai. Devido ao avanço do seu treinamento, em 1990, ela se permitiu retornar ao mundo exterior, não sem antes destruir aquele local e roubar alguns itens da líder daquele povo. Ela fugiu, para o mais longe possível.

O Crime

Sendo filha de um vilão, é esperado que a filha siga o mesmo caminho, e Anne não decepcionou. Logo, ela se mudou para os EUA, na cidade de Miami, e lá, começou a espalhar o terror, qualquer um que entrasse em seu caminho, de imediato, era morto. E com seus novos 'presentes' das mulheres da sociedade isolada, estava com tudo nas mãos. Naquele lugar, ela ficou por um bom tempo. Seu pai, ela reviu e fiou com ele ali, por dois anos, até ele voltar para a França. Ela logo se tornou a líder daquele lugar, mas depois de 20 anos, tinha sido afrontada e revirou seus olhos, decidindo voltar para a França, onde encontrou seu pai, noivo. Ficou lá alguns meses apenas, e depois voltou para os EUA, para a cidade de Nova York, onde se estabeleceu.

A Nova Vida

Com o passar dos anos, logo Anne abriu sua boate, chamada Noir, na região do Upper East Side, frequentada pela elite novaiorquina, e novamente morava com seu pai na mesma cidade. Com os contatos conseguidos na liderança de Miami, ela logo começou a traficar drogas, armas, pessoas, através de sua boate como fachada. Era incrível. Ela se sentia mais poderosa do que nunca. Anne agora além de ter sua independência, logo ela começou a ser apelidada de Mulher Maravilha, era irônico, ela não era maravilhosa. Afinal, sendo filha do implacável Wolverine, todos tinham medo dela, já que seu pai poderia vir atrás de qualquer um que machucasse sua princesinha. Ela se sentiu feliz ao ver seu pai casado com alguém que amava, e ao saber da tragédia do meio irmão, ressentiu não ter ficado na França e protegido a criança. Mas agora, trataria de se tornar mais forte. Para que pudesse se tornar mais poderosa do que nunca.
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